EDITORIAL

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Decorreu, na passada semana, o debate do Plano e Orçamento do Governo para o ano em curso que, como sucede em anos pós-eleitorais, se realizou fora do seu tempo normal (novembro do ano anterior a que se reporta).
Este Plenário aconteceu num contexto político-partidário novo nos Açores. A radicalização política do PS de António Costa em 2015, ao romper com as praxes institucionais aceites na altura e ao formar em Portugal governo sem ter sido o partido mais votado, embora suportado num apoio parlamentar maioritário pós-eleitoral, acabaria por legitimar uma solução governativa semelhante nos Açores pois esta baseia-se num apoio parlamentar maioritário onde não figura o partido vencedor das eleições.

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