2024 acaba de nascer. As comemorações de ano novo, rodeadas de alegria, de celebração e de festa entre aqueles que em paz completaram mais uma volta ao calendário da vida, este ano revelaram, de uma forma mais ostensiva e evidente, um contraponto cruel: a realidade daqueles que não tiveram direito à alegria, à celebração e aos festejos, imersos em guerra, quer seja aquela que opõe a Rússia e a Ucrânia, ou Israel e o Hamas, quer seja a dos muitos conflitos locais, menos conhecida, mas não menos dilacerante para as pessoas.
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