Hospitais da Região – SINTAP reivindica a contagem integral do tempo de serviço para efeitos de progressão imediata dos trabalhadores com CITs

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Através da Convenção Coletiva de Trabalho n.º 42/2018, de 27 de dezembro de 2018,
assinada entre o SINTAP e os Hospitais de Angra do Heroísmo, Horta e Ponta Delgada, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 2109, foi reconhecido aos técnicos superiores, assistentes técnicos e os assistentes operacionais (vulgo, auxiliares de ação médica) o direito à carreira.
Assim, todo o tempo de serviço prestado por estes trabalhadores com contrato de trabalho
definitivo deve relevar para efeitos de progressão na carreira, à semelhança do que acontece com os seus colegas em regime de vínculo de emprego público que não foram alvo de classificação de serviço, reconhecendo-lhes assim o direito à progressão a partir do momento que possuam 10 anos/pontos na posição remuneratória imediatamente anterior.
Por ser este o entendimento o único, lógico e justo, o SINTAP solicitou à tutela o
levantamento do número de trabalhadores que se encontram em condições de progredirem de imediato, com a consequente efetivação do seu direito à progressão a partir do momento em que possuam 10 anos de serviço ininterrupto.
Convenhamos que, vir agora a tutela, dizer ao SINTAP e aos trabalhadores com CITs dos
Hospitais da Região que já contam com 10 anos de serviço que têm de esperar mais 10 anos para progredirem (2029), invocando que para o efeito só releva o tempo de serviço prestado após a entrada em vigor da CCT, é de uma grande insensibilidade e gritante injustiça, ao ponto de tornar o recurso à GREVE uma inevitabilidade que gostaríamos de todo em todo evitar.
Assim, o SINTAP aguarda com natural expetativa pela comunicação da decisão da
Secretaria Regional da Saúde sobre esta matéria, da qual dependerá a sua resolução pacífica ou conflituosa.

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