Hospital da Horta – Divagações sobre bruxaria e ciência

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Chegado ao final do mandato como director clínico e não tencionando ser reconduzido, como há muito e inúmeras vezes deixei claro, agora já sem o espartilho formal do cargo, não podia deixar de tecer alguns considerandos sobre certos episódios idílicos que colocaram a instituição num cíclico centro de guerrilha política, alimentada internamente de forma cobarde e à boca pequena, onde sistematicamente grassaram a mentira, a desinformação e o boato.
Desde logo, a colocação final da cereja no bolo coube a um ilustre sindicalista, remetido ao silêncio após confrontado com alarvidades proferidas, entre elas, que as multitarefas do director clínico, note-se, feitas pro bono e com resultados objectivos, ainda assim, seriam um mau exemplo (sic), vá-se lá saber para quem, quando, por analogia, aquele elemento deveria conhecer a vantagem da mobilidade de um computador portátil e os quesitos básicos da sua performance: capacidade do disco duro, memória RAM e rapidez do processador. É simples!

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