Hospital da Horta: Dos mitos à realidade

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O HH sofreu uma evolução considerável entre 2013 e 2019. O número de médicos aumentou e garantiram-se a maioria das substituições regulares por ausências. O único ortopedista iria abandonar a instituição, não havia nefrologista residente, nem urologista a tempo inteiro, havia um único obstetra à beira da reforma sem formação em ginecologia, o oncologista e a hematologista pouco tempo depois pediam a aposentação, a anestesia, a medicina interna e a cirurgia geral eram deficitárias, não havia pneumologista, imunoalergologista, fisiatra e medicina do trabalho. O HH, além da cardiologia pediátrica, passou a ter regularmente neuropediatria, pedopsiquiatria, dermatologia, neurologia e agora cirurgia plástica. O número médicos, do mapa e prestadores, passou de 34 para 55, havendo uma possibilidade de fixar dois novos obstetras/ginecologistas, um anestesista e um ortopedista. Foram cimentadas colaborações com outros centros, na ortopedia, gastroenterologia e nefrologia. Manteve-se a idoneidade formativa em cirurgia geral e abriu-se essa formação a futuros médicos internistas.

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