Ministério da Defesa põe à venda Quartel do Carmo

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Entre conventos, fortes e quartéis, o Ministério da Defesa tem no mercado 183 imóveis, de entre eles o Quartel do Carmo na ilha do Faial.

Os imóveis em causa podem ser vendidos ou arrendados, dependendo das propostas que foram apresentadas. A lista consta de um despacho publicado no início deste mês, a dois dias das eleições e que decorre da lei das infraestruturas militares, publicada em maio que prevê a rentabilização de património para financiar investimentos do ministério.

Da lista constam imóveis como o convento de Santa Clara, em Coimbra, o forte de Santa Catarina, na Figueira da Foz, o quartel do Carmo, na Horta, três hospitais militares, em Lisboa, entre muitos outros quartéis, estradas, terrenos, prédios e outras instalações.

A lei admite outras soluções para os imíveis como permuta, parcerias com promotores imobiliários ou a titularização dos ativos através de fundos de investimento. Um exemplo de parceria é o Hospital de Belém, cedido à Cruz Vermelha que paga uma renda ao ministério.

Em setembro do ano passado  e dez anos após o encerramento do Quartel do Carmo, , o município ainda não tinha acordado com o Ministério da Defesa Nacional os termos da cedência daquela estrutura militar.

“Nós não estamos interessados na compra, apenas na cedência do imóvel”, disse na altura José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta, à comunicação social.

O Quartel do Carmo, que foi adaptado, no século XX, para acolher a Companhia de Infantaria da Horta, embora a sua construção inicial tenha tido origem em 1652, na altura para funcionar como Convento da Ordem dos Carmelitas.

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