Há quem diga, de forma apressada e desinformada, que os municípios vivem da organização de festas. Que a cultura, nas mãos do poder local, se resume a arraiais, palcos e foguetes. Na Horta, essa leitura não só é curta de vistas como desmente por completo a realidade dos últimos anos. Este executivo de coligação da Câmara Municipal da Horta tem demonstrado, com trabalho, coerência e visão, que a cultura pode — e deve — ser um pilar estratégico de desenvolvimento territorial, social e económico.
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