Novo parque de estacionamento da Lagoa do Fogo, em S. Miguel, entrou hoje em funcionamento

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DR-GaCS

O novo parque de estacionamento da Lagoa do Fogo, em S. Miguel, entrou hoje em pleno funcionamento, depois de concluída a empreitada, que representou um investimento de cerca de 150 mil euros, incluindo a aquisição dos terrenos.

O Diretor Regional das Obras Públicas e Comunicações afirmou que se pretende com esta nova infraestrutura de apoio à Lagoa do Fogo “criar melhores condições de estacionamento e disciplinar a circulação rodoviária e pedonal, que até agora vinha sendo feita em plena estrada regional”, garantindo “condições de segurança para o estacionamento e para quem circula no acesso ao miradouro e ao trilho da Lagoa do Fogo”.

Frederico Sousa, que falava durante uma visita ao local, salientou que o parque, com 60 lugares para veículos ligeiros e cinco lugares para autocarros, foi concebido e executado “cumprindo um equilíbrio entre a orografia do terreno, a sua envolvência ambiental, enquadramento paisagístico, segurança rodoviária e aumento de capacidade de estacionamento, que era de apenas seis viaturas ligeiras”.

“No pavimento foram utilizados materiais que permitem uma eficiente drenagem de águas, como é o caso da bagacina, sendo que na zona de estacionamento para ligeiros se recorreu à utilização de grelha de enrelvamento, que permite o crescimento de vegetação, já que se pretende que seja o menos agressivo possível para toda a zona envolvente”, acrescentou o Diretor Regional.

Por outro lado, salientou que o parque de estacionamento para autocarros “foi executado com recurso a calçada de basalto, de forma suportar o peso de uma viatura pesada”.

Frederico Sousa referiu ainda que, apesar do “esforço para que sejam criadas e melhoradas as condições de contemplação e vivência daquilo que de mais precioso a Região tem para oferecer, a natureza”, torna-se necessário um reforço da colaboração das entidades com competência na disciplina de trânsito, como é o caso da PSP e GNR.

O Diretor Regional das Obras Públicas e Comunicações realçou também o facto desta intervenção ser uma entre outras semelhantes com o propósito de requalificar os espaços de interesse turístico em zonas adjacentes à rede viária regional, mas também de criar novos espaços, para permitir uma descentralização da carga turística nestes pontos.

Está ainda prevista a execução de uma segunda fase de intervenção no Miradouro da Lagoa do Fogo, com a sua requalificação e a criação de um novo acesso que ligará o parque agora construído a uma nova plataforma de miradouro.

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