O Bracinho, de Carlos Tomé (ou a memória maldita do pai)

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Livro a livro, Carlos Tomé vai consolidando um projecto de escrita no âmbito da ficção narrativa. Uma ficção narrativa que assenta sempre em coordenadas históricas e culturais. Este autor sabe que homem e época são elementos em íntima conexão. Seguir a aventura de uma personagem implica reconstituir o tempo histórico e sócio-cultural em que ela se movimenta. Assim acontece nos dois livros anteriores deste micaelense: Morreremos Amanhã (Artes e Letras, 2007), que tem como pano de fundo a Guerra Colonial Portuguesa, e Um perigoso leitor de jornais (Artes e Letras, 2017), cuja história é atravessada pelos mecanismos repressivos e opressivos do Estado Novo.

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