Pedi a amigos para elencarem os três a cinco maiores riscos que, na sua perspetiva, nos reserva 2025. Depois agrupei-os e descrevi-os de acordo com a minha opinião como seguem abaixo.
Para obter uma escala de relevância, fiz a proporção de cada menção dos meus amigos. Depois, aponto exemplos de sinais de esperança para a resolução de cada um dos riscos. Finalmente, pedi a duas ferramentas de inteligência artificial uma avaliação a cada um dos oito riscos, utilizando uma escala comparativa de 1 (mínimo) a quatro (máximo) para a probabilidade de acontecer a longo prazo, a intensidade do dano para a humanidade caso se materialize o risco e a perspetiva de eficácia das soluções em fase de implementação. Atenção que um risco com uma probabilidade cinco não significa que irá acontecer, mas sim que é mais provável que aconteça do que um risco com probabilidade quatro ou inferior. É uma escala comparativa e não uma escala absoluta. Mais do que ser alarmista, quero contribuir para encontrar pistas para termos um mundo melhor.
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