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Pio XI
Foi deveras sintomática sua Bênção pela Paz, proclamada aos fieis da varanda da Basílica de São Pedro, após a eleição em 6 de Fevereiro de 1922, parecendo adivinhar os anos que se seguiriam.
Como desassombrada foi sua primeira Encíclica, em que denunciou ao mundo as sangrentas vexações praticadas pelo governo maçónico do México.
Ao longo dum reinado, que foi até 1939, combateu o comunismo ateu da Rússia; a chacina do clero e dos fieis pelos marxistas em Espanha; condenou o regime nazista; censurou o fascismo quando perseguiu a Acção Católica na Itália.
A propósito, reorganizou este organismo e instituiu a Festa de Cristo-Rei em oposição às doutrinas materialistas que se instalavam na Europa.
Continuou a política do seu antecessor, aumentando as Representações Diplomáticas e estabeleceu Concordatas com diversos países, de enorme interesse na expansão da Igreja Católica.
E ficará, com certeza, para a História o Tratado de Latrão em 1929, em que a Itália reconheceu o Estado da Cidade do Vaticano.
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“Portugal Português”, da TVI 24, é um bom programa televisivo que, em nossa opinião, vale a pena ver.
Transmitido aos domingos, após o almoço, e apresentado por Paula Magalhães, dá uma agradável panorâmica nacional, particularmente autárquica.
Com a participação normalmente de dois presidentes de Câmara, naturalmente a puxarem a brasa à sua sardinha: as potencialidades e problemas dos respectivos concelhos.
No tempo em que estão na ribalta, é natural também que a conhecida jornalista, com a sua habitual graça, lhes puxe pela língua, não deixando assim de aproveitarem a oportunidade gratuita em mostrar ao País o muito já realizado em prol dos respectivos Municípios, fazendo mesmo gala da sanidade financeira de suas Câmaras.
E muito temos ficado a saber: grande exportação de vinhos verdes, aliás famosos, produzidos, em Penafiel, região atravessada por sete rios, seus importantes monumentos e Museu, termas muito procuradas.
Também desconhecíamos que Idanha a Nova financia o transporte publico durante a semana com vista a evitar o êxodo para as grandes cidades e que os queijos são principais atractivos.
E comum aos dois, a restauração assaz diversificada, com excelentes pratos e bons vinhos, isto pelo que vimos mas não provámos, embora acreditando na palavra ouvida.
Afinal um “Portugal Português” que não é mais nem menos do que o tão falado Portugal profundo que bem merecia ser mais conhecido, bastando para tanto que as Agências de Viagem fossem obrigadas a inclui-lo, nos seus roteiros turísticos, e sobretudo sensibilizadas na sua venda.
E não esquecendo os Açores, já que a Madeira não precisa de pedir meças ao Algarve e a Cascais…
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Estranhamente Mário Soares, uma vez reformado da cena política, passou a politiqueiro, não perdendo oportunidade, ou até procurá-la, para botar palavra, inventando como inimigo nº.1 o Governo de Direita e os Partidos que o apoiam.
Oportuno pois o título “Por que não te calas?” da carta enviada pela Juventude laranja em resposta a essa outra subscrita por 70 (setenta) personalidades de Esquerda, com a música de costume, e encabeçada pelo antigo presidente da Republica.
Naturalmente glosando a célebre advertência feita pelo Rei da Espanha ao amigo Hugo Chavez pelas constantes e descabidas intervenções durante a ainda recente Cimeira ibero-americana que até correu mundo.
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Depois do caso das actas da Câmara de Angra (Tópico de14/12) surge agora um outro não menos inédito, por sinal alertado em editorial do “Tribuna”:
A distribuição pela ALRA aos57 parlamentares de fotocópias dos Jornais da Região, o que, como refere a jornalista, “sai mais caro aos cofres da Assembleia do que subscrever assinaturas”.
E a terminar, MJS dá entender, assim o compreendemos, que seria até um apoio, mesmo moral, à Imprensa que, como é sabido, se vem mantendo, e nem sempre devidamente compreendida, embora seja indispensável à nossa Autonomia.












