Mantive uma longa relação de amizade e de camaradagem cultural com o padre Júlio da Rosa (1924-2015), um homem que sempre teve dois amores: o amor à Igreja e o amor à historiografia. Quero com isto dizer que, durante 91 anos de vida e 66 de sacerdócio, ele desenvolveu importante ação quer como padre (numa perspetiva da doutrina social da Igreja), quer como investigador ao serviço da comunidade.
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