Pedrada no Charco – O relacionamento entre pais e filhos no desporto!

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Volto a abordar este tema, pois sendo ele gerador de muita controvérsia e, em situações extremas, causador de grande desgaste junto de atletas e demais agentes desportivos, logo nunca será demais voltar a despertar consciências para o papel dos pais/encarregados de educação no percurso desportivo dos seus filhos/educandos. É importante referir que será sempre uma opinião resultante de observação que aqui será manifestada, com maior ou menor validade em função da opinião derivada da prática dos pais.

Bom, mas tentemos começar pelas evidências. Uma das primeiras questões sobre as quais vale a pena refletir prende-se exatamente com a função dos pais no desporto. Ou seja, será que existe um nível de envolvimento adequado e desejável por parte dos pais na atividade desportiva dos seus filhos? Ou, em última análise, será que os pais fazem falta na atividade desportiva dos filhos? Desde já convém frisar e esclarecer que o papel dos pais no desporto é uma espécie de moeda com dois lados: o negativo e o positivo.
É notório em muitos recintos desportivos uma grande pressão parental sobre o desempenho do atleta, ou seja, os encarregados de educação em muitos casos tomam um filho como um “objeto telecomandado”, querem ser eles a controlar, definir e decidir em quase todos os momentos do jogo o que os filhos devem ou não fazer… Toda esta pressão externa, em muitos casos culminando com avaliações negativas, geram confusão, receio e medo de errar no filho/atleta.

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