Petição “Pelo aumento das condições de operacionalidade do Aeroporto da ilha do Pico” enviada à ALRAA

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DR/Cais do Pico

 Uma petição “Pelo aumento das condições de operacionalidade do Aeroporto da ilha do Pico” já foi enviada ao parlamento açoriano e contém cerca de 2351 assinaturas, “tantas quantas a altura do ponto mais alto de Portugal, o Pico”, revelam os seus promotores.
 
Uma petição com cerca de 2351 assinaturas, a solicitar o aumento das condições de operacionalidade do Aeroporto da ilha do Pico, foi já submetida à Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, para apreciação.
A petição pública “Pelo aumento das condições de operacionalidade do Aeroporto da ilha do Pico”, foi apresentada pelos seus promotores no passado sábado, no Aeroporto da ilha montanha.
Na sessão de apresentação, Ivo Sousa, Bruno Rodrigues e Luís Ferreira, promotores da iniciativa, lembraram que “o Pico tem registado, nos últimos anos, o maior crescimento percentual a nível Açores no que respeita ao movimento de passageiros aéreos”. 
Neste contexto, destacaram os “constrangimentos” que atualmente existem naquela infraestrutura aeroportuária, nomeadamente no que respeita à “operação dos aviões de médio curso” que no seu entender “estão a prejudicar as acessibilidades à ilha montanha”. 
O comprimento atual da pista é apontado pelos primeiros subscritores, como um dos principais problemas daquele aeroporto, que faz com que “por vezes, haja carga aérea que fica atrás nas ligações com Lisboa, incluindo bagagem de passageiros”, bem como “a vários cancelamentos provocados pela chuva”. 
Perante esta situação, os peticionários solicitam “aos órgãos de governo próprio dos Açores que aumentem a pista do Aeroporto do Pico, bem como implementem o grooving, de forma a mitigar os condicionalismos existentes”, que, no seu entender, seria, “direta ou indiretamente, benéfico para todos os açorianos”. 
No documento, que será agora apreciado pelos deputados, os peticionários defendem ainda que “aumentar a pista permitiria que as aeronaves passassem a conseguir descolar da ilha montanha e aterrar no centro da Europa, ou mesmo na costa leste dos Estados Unidos da América”, sustentando que este aumento teria mesmo “um impacto direto na economia do Triângulo”, devido “à sua localização privilegiada praticamente equidistante das ilhas vizinhas do Faial e de São Jorge”, que assim “teriam uma porta de entrada totalmente gerida, explorada e desenvolvida pela Região para servir condignamente as ligações aéreas com o exterior, quer para o território nacional, quer para o estrangeiro”, consideram. 

 

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