Profissões: Luís Rocha é cabeleireiro há 33 anos

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“Gosto de criar e fazer com que os clientes se sintam felizes e bem consigo”

Luís Manuel de Castro Rocha nasceu na vizinha ilha do Pico, mas é no Faial que exerce a sua atividade profissional há 33 anos. O cabeleireiro de 58 anos considera-se um apaixonado pela arte da criação. A pintura foi um dos seus hobbies, contando com diversas exposições apresentadas nos Açores e em Portugal continental.

Neste momento é a fotografia que lhe desperta atenções. Sob o seu olhar de artista, criador e crítico, fotografa de tudo um pouco. A sua “inquietude” é a motivação para a “criação artística”.

Foi desta veia artística que nasceu a sua paixão pelos cabelos. Ao Tribuna das Ilhas confessa que em novo, quando ia ao cabeleireiro, chegava a casa, pegava na tesoura e dava-lhe o seu toque pessoal. Foi barman, trabalhou com um arquiteto, passou pela área do turismo, mas foi com a profissão de cabeleireiro que se identificou e que nos finais dos anos 80 inícios de 90 veio dar uma nova vida ao setor no Faial com a abertura do seu salão.

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REGISTO

O QUE É PRECISO PARA TER UM CABELO BOM E DE SONHO?
LR – Entender o cabelo que se tem, saber tratá-lo e acima de tudo usar bons produtos.

NA SUA OPINIÃO QUEM É MAIS DIFÍCIL DE AGRADAR O HOMEM OU A MULHER?
LR – Hoje em dia estão no mesmo patamar.

ENQUANTO CABELEIREIRO APONTE UMA COISA QUE AS MULHERES NUNCA

DEVEM FAZER NO SEU CABELO?
LR – Poderia enumerar uma panóplia de coisas, mas a mais básica será cortar a franja.

QUAL O SEU TIPO DE CABELO PREFERIDO PARA TRABALHAR?
LR – Não tenho. Gosto de desafios.