Projeto “A pequena grande casa” é um exemplo de que todos podem contribuir para o desenvolvimento sustentável

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A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo destacou o projeto “A Pequena Grande Casa” como um exemplo de que todos os cidadãos podem contribuir para o desenvolvimento sustentável, sejam os governos, autarquias e empresas, mas, sobretudo, cada cidadão na sua esfera particular.

Marta Guerreiro, que falava após uma visita à “A Pequena Grande Casa”, sublinhou que “este é um excelente exemplo como o empenho de um casal jovem consegue mostrar à sociedade como construir e manter uma casa em integral respeito com o que a natureza nos dá”, para além de passar a mensagem para as próximas gerações.

Este é um projeto desenvolvido por uma família na construção de uma casa pensada e concebida tendo em conta um estilo de vida com base no princípio de “desperdício zero” e que se importa com questões relacionadas com o aproveitamento de materiais com recursos endógenos, a eficiência energética, a redução das emissões de gases com efeito de estufa, o consumo de água e a correta gestão dos resíduos urbanos.

“A Pequena Grande Casa” utiliza apenas energia com base em fontes renováveis, contando com 12 painéis fotovoltaicos para o efeito; utiliza tanques de água para ao seu abastecimento, com um sistema de filtragem próprio, com recurso a uma bomba de calor e a um aquecedor de água elétrico; para além de contar com um veículo elétrico carregado através da energia proveniente dos painéis fotovoltaicos.

“É importante termos presente que as políticas públicas são muito relevantes, mas o comportamento que nós, enquanto consumidores, podemos ter nesta matéria é, de facto, determinante”, frisou a titular da pasta do ambiente, salientando a necessidade de se procurarem “práticas de vivência e de consumo que permitam salvaguardar estas questões que são fundamentais para o nosso futuro”.

Segundo a governante, é esta “consciência individual que faz com que estas práticas possam ser implementadas e ser traduzidas com resultados concretos com excelentes exemplos como este que estamos aqui a ver”.

“Felizmente, as questões ambientais estão cada vez mais na agenda”, onde as novas gerações “têm sido exímias a mostrar como podemos fazer diferente”, pelo que, a todos nós, “compete uma responsabilidade, sejamos entidades públicas ou privadas”, frisou.

A Marta Guerreiro reforçou o “esforço em termos de políticas públicas”, destacando vários projetos que têm sido criados, de forma transversal às três áreas da Secretaria Regional, que apelam e premeiam a boas práticas: seja o Miosótis, seja os Prémios Espírito Verde, seja a Cartilha de Sustentabilidade, ou os apoios concedidos por via do Proenergia – Sistema de incentivos à produção e armazenamento de energia a partir de fontes renováveis.

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