Promover a excelência

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Na minha última crónica, abordei o projeto do Governo da República para “criar um plano de não retenção no ensino básico”, alertando para o facto de que o combate ao insucesso escolar difere substancialmente da promoção do sucesso. A centralidade no primeiro não é alheia ao processo de massificação do ensino, mas estaremos realmente perante uma dicotomia entre uma escola que se quer inclusiva e a excelência escolar?
O direito à educação será, muito provavelmente, a maior expressão da democraticidade de um Estado. Contudo, a completa igualdade de condições de aprendizagem é uma visão idílica do ensino, muito afastada da realidade. Assim, ainda que as respostas educativas sejam escassas e muitas vezes desarticuladas por falta de meios sob a responsabilidade da tutela, centramo-nos em colmatar as diferenças que conduzem ao insucesso, dirigidas aos alunos com dificuldades, com o intuito de garantir que a escola seja inclusiva.

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