PSD/Faial reivindica segunda fase da Variante

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A lista de candidatos do PSD às eleições regionais do Partido Social Democrata visitou na manhã de quarta-feira, a estrada regional que liga o Largo Jaime de Melo ao alto da Ribeira do Cabo, no Capelo, com o objectivo de “lembrar a população sobre o estado de abandono em que estão algumas estradas, sobretudo do interior, da ilha do Faial”.

Luís Garcia, número dois da lista laranja, afirmou aos jornalistas, que o estado desta estrada reflecte “aquilo que tem sido a forma de esquecimento e abandono a que o governo regional e o Partido Socialista têm dotado o Faial.”

O candidato, e actual deputado com assento no Parlamento, alertou para os entraves ao desenvolvimento que vias em mau estado como a que visitou, acarretam para o Faial, e disse mesmo que, neste caso concreto, “se trata de um retrocesso inaceitável”, uma vez que esta foi uma estrada que passou de alcatrão a piso de terra.

Na ocasião foi ainda focada a questão da Variante à cidade da Horta. Apontando armas à governação socialista, Luís Garcia disse “em 16 anos, com mais de 25 mil milhões de euros, a única coisa que o PS conseguiu fazer foi construir uma variante com 2.5km, o que dá uma média de 156 metros por ano…”

No entender do PSD Faial a variante é uma obra que só cumprirá os seus objectivos quando estiver completa, pelo que lamentam que a segunda fase ainda não tenha avançado, “esta é uma obra importante para o Faial e pequena em termos de dimensão, uma ver que permitirá à cidade da Horta outro tipo de reordenamento e desenvolvimento que até hoje não foi possível uma vez que, é preciso retirar algum trânsito à cidade” – sublinhou Garcia.

Fazendo alusão aos 25 mil milhões de euros gastos pelo Governo Regional de Carlos César nos últimos 16 anos, Luís Garcia diz que “a obra que reivindicamos não foi feita por opção, não por falta de dinheiro, e isso vai a julgamento a 14 de Outubro”. Garcia prossegue em tom de crítica dizendo, “bem podem agora visitar obras que estão feitas ou em andamento, bem podem anunciar agora obras que há muito deviam estar feitas, mas há muita promessa não cumprida que penalizou o Faial, pelo que esperamos que os faialenses não se esqueçam disso.” 

 

 

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