Um Triângulo americano, dos vinhos seiscentistas ao “Azorean Refugee Act”

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José Luís Neto

Apesar de ser considerada uma indústria menor nos Estados Unidos da América, os mergulhadores de escafandro nesse país, em 2020 – em período de pandemia, portanto – constituíam dois milhões e quinhentos e noventa mil, sendo que mais de setecentos mil mergulhavam mais de oito vezes/ano, pelo que são classificados como fiéis à atividade (os core scuba divers). São menos que os três milhões e meio de mergulhadores da Europa (com 1,2 milhões de fiéis), mas não são indústria menor se observados a partir da perspetiva do arquipélago dos Açores. É que, os Açores, em 2019 – antes da pandemia – haviam tido um total de cerca de quarenta e cinco mil mergulhadores/ano, sendo que se verificava um franco potencial de crescimento (nunca é demais recordar que somente a ilha de Lanzarote, nas Canárias, que pouco maior é que São Miguel, acolhe cerca de cem mil mergulhadores/ano), sem criar qualquer pressão sobre os recursos naturais e patrimoniais, se respeitadas as boas práticas aconselhadas ao setor.

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