A guerra é, antes de mais, uma disfunção humana. Agredir o próximo com o intuito de o destruir, com o patrocínio do Estado e de forma socialmente organizada é uma enfática demonstração de pobreza de espírito e de imaturidade. Obviamente, se os humanos chegarem a ser civilizados, nesse tempo futuro, a guerra não ocupará espaço. Será uma relíquia arqueológica degradante. Um absurdo guardado em museus.

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