2023 ficará marcado como o ano de Madalena Férin (1929-2010), já que as publicações, coincidentes, de dois livros vieram resgatar do esquecimento esta escritora: Violinos ocultos sob a relva, poesia reunida (1957-2003), Instituto Açoriano de Cultura), com organização e introdução de Ângela de Almeida; e É preciso romper o amanhã – Madalena Férin revisitada (Companhia das Ilhas), coordenado por Vasco Medeiros Rosa, com vistosa capa que reproduz retrato de Madalena Férin da autoria de Victor Câmara.
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