1 Não tenho ouro nem prata, mas o que mais precioso me foi dado: Jesus Cristo.
Palavras do Papa Francisco na recepção dada pela Presidente Dilma Roussett, no Palácio de Guanabara no dia da chegada ao Rio de Janeiro, na memorável viagem ao Brasil para participar nas JMJ (Jornadas Mundiais da Juventude), uma iniciativa de João Paulo II.
2 A passagem de Testemunho Patriarcal foi acontecimento maior na vida da Igreja em Portugal.
Após 15 profícuos anos à frente da Diocese de Lisboa, o Cardeal Patriarca D. José Policarpo foi substituído, por limite de idade, acrescentado, por D. Manuel Clemente que, durante quase uma década, foi também Bispo do Porto.
Tive o privilégio de conhecer pessoalmente o Senhor D. José Policarpo ainda Bispo Auxiliar do Cardeal Patriarca de Lisboa, quando veio à Horta dirigir um Retiro espiritual às Irmãs Hospitaleiras.
E tive também o honroso encargo de todas as manhãs o levar da residência paroquial da Matriz ao Colégio de Santo António, jamais esquecendo a primeira vez que o ilustre Príncipe da Igreja entrou no meu carro que no vidro da frente e do lado direito, lugar da Maria João, havia um autocolante centrista mesmo à frente de D. José; o Bispo diocesano e o Pároco Fortuna tomaram assento atrás.
Quando ia ligar o motor, o Senhor D. Aurélio, conhecedor dos cantos da casa (carro) gracejou, perguntando-me óh senhor Armando para andar no seu carro não é preciso ser do CDS ?
Também no mesmo tom logo respondi: não Senhor D. Aurélio, o que é preciso é não ser contra …
E enquanto D. Aurélio fazia amável aceno, D. José Policarpo distinguia-me com um dos seus simpáticos sorrisos.
3 Com certeza que os jornais da Horta (diário e semanário) já se terão referido à deslocação ao Uruguai da Presidente da Assembleia Legislativa, Deputada Ana Luís, em representação da Região Autónoma dos Açores nas comemorações do 250º. aniversário de San Carlos.
É que tratando-se de honrosa visita não me deixou de sensibilizar a oportuna oferta à Casa dos Açores naquela Cidade de uma Coroa do .Espírito Santo, Divindade que sempre acompanha os nossos emigrantes, o mesmo sucedendo com essa pleiade de crentes que, em meados do século XVlII, fundou San Carlos.
4 Após a Autonomia, os Açores passaram a ser visitados por personalidades estrangeiras, primeiramente como que a estudar o terreno, o que não acontecia com os nacionais, embora a maioria fosse pouco conhecedora da realidade regional.
Se bem que umas e outras raramente chegavam ao Faial cuja ilha era tida no fim da linha, numa designação algo negativa, embora sede do Parlamento açórico.
E se ainda nos idos “O Telegrafo” e “Correio da Horta” tivéssemos manifestado estranheza discordante por tal facto, hoje não podemos deixar de nos regozijarmos com a redescoberta do Faial.
Aliás, são exemplos frisantes as recentes vindas à Horta dos Embaixadores da China, Noruega e Israel, e não apenas para apresentação de cumprimentos protocolares ao Presidente do Parlamento cujo cargo voltou a ser ocupado por faialense, desta feita pela distinta Drª. Ana Luís.
Acontece ainda que dois dos ilustres visitante vieram directamente de Lisboa, não aos “saltinhos”, e aos “pulinhos” regressaram em voos pela Terceira e São Miguel.
5 Os meses de Maio e Junho foram propícios para indústrias tradicionais do Triângulo: Queijo, Conservas e Vinho.
Na famosa Feira Nacional de Santarém, o Queijo de São Jorge voltou a obter Ouro no 3º. Concurso Nacional de Queijos tradicionais, de sete meses de cura, e Prata nos de quatro.
Por sua vez e no mesmo certame esteve em alta a Fábrica jorgense de Santa Catarina, nos produtos alimentares, conquistando 4 prémios: o melhor dos Melhores, em conserva de Atum (Filete com tomilho); medalhas de Ouro, em Paté de Atum, idem c/oregãos, e uma de Prata em Filete de Atum c/molho cru.
E na Madeira, em Vinhos, no 1º. Concurso de Vinhos Tranquilos do Atlântico/Macaronésia, em organização da Câmara de Porto Moniz, o “Insula 2012” do Pico foi 3º. na categoria de vinho rosé.












