Sabe-se que é indispensável para prevenir a osteoporose, mas também o é na prevenção dos cancros, das doenças cardiovasculares, da esclerose em placas, da diabetes de tipo 1, etc..é . Na realidade, a sua falta pode ser perniciosa para o organismo.
A vitamina D é uma vitamina assaz particular: são poucos os alimentos que a contêm e ela é principalmente fornecida pelos raios ultravioletas do sol (UVB). A vitamina D encontra-se em grandes quantidades no óleo dos peixes gordos, assim como na manteiga. Antigamente administrava-se o óleo de fígado de bacalhau, às crianças, para evitar o raquitismo.
A vitamina D previne numerosas doenças graves, entre as quais o cancro
A vitamina D é indispensável a numerosas funções biológicas vitais. Ela é fornecida em parte pela alimentação e, em grande parte, é fabricada pelo nosso organismo, ao nível da pele a quando da exposição solar. O sol é o nosso maior fornecedor de vitamina D, sendo o responsável por cerca de 50% das necessidades diárias.
Os estudos feitos sobre a vitamina D são concordantes ao afirmar que esta vitamina contribui para reduzir o risco de numerosas doenças graves: doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, osteoporose, esclerose em placas, diabetes de tipo 1 na criança e, também, de numerosos cancros, nomeadamente os da mama, do cólon, dos ovários e os linfomas.
Além do mais parece que, também, a vitamina D diminui a gravidade de algumas infecções, por exemplo, a gripe e a pneumonia.
Carência de vitamina D?
Pensa-se que uma grande parte da população sofre de carência de vitamina D. Calcula-se que 90% das mulheres em menopausa estão carenciadas o que, nesta situação, assume gravidade especial face aos problemas de osteoporose.
Porque é que há tantas pessoas com carência de vitamina D?
A nossa alimentação apenas fornece uma pequena parte (salmão, atum vermelho, óleo de fígado de bacalhau, fígado de bacalhau, anchova, cavala), o resto é fabricado pelo nosso organismo, mais precisamente, pela a nossa pele, quando é exposta ao sol. Ora, parece que esta exposição ao sol falta a muita gente, em particular às pessoas que saem pouco (as pessoas idosas, por exemplo), cuja pigmentação da pele é escura, durante o inverno e nos habitantes do hemisfério norte de nosso planeta.
No que respeita a exposição ao sol, a necessária à síntese de uma boa dose de vitamina D não aumenta o risco de cancro da pele. Menos de 20 minutos por dia ao sol são suficientes.
Outras consequências da falta de vitamina D
Para além dos riscos acima referidos a falta de vitamina D, intervém nos processos de memorização, facilitando a perda de memória nas situações de carência, assim como na visão.
A falta de vitamina D favorece a depressão, em particular a que se instala no inverno, precisamente devido à menor quantidade de luz solar.
Como compensar a falta de vitamina D?
Através de uma suplementação de vitamina D que pode, facilmente, encontrar na sua farmácia.
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