Propostas de Orçamento e Plano Anual para 2018 refletem “novo ciclo de desenvolvimento da Região”, garante Sérgio Ávila

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Sérgio Ávila defendeu, que a proposta de Orçamento e Plano Anual para 2018   reflete “estabilidade orçamental” e reforça o rendimento das famílias e do trabalho num “novo ciclo de desenvolvimento da Região”.

A entrega do documento  à presidente do parlamento açoriano decorreu na passada semana, na Horta.

O Vice-presidente do Governo Regional manifestou a sua satisfação com as propostas de Orçamento e Plano Anual para 2018 aquando da entrega das mesmas, à Presidente da Assembleia Legislativa, Ana Luís, no passado dia 31 de outubro.

Na ocasião Sérggio Ávila afirmou que estas refletem “estabilidade orçamental”, transmitem confiança aos investidores, e reforçam o rendimento das famílias e do trabalho num “novo ciclo de desenvolvimento da Região”.

O governate sublinhou que este novo ciclo assenta “claramente na consolidação do crescimento económico e na competitividade das empresas, no reforço da criação de emprego, particularmente de melhor emprego, mais bem renumerado, mais qualificado e mais estável, e ainda num reforço dos apoios sociais”.

Em declaração aos jornalistas, o Vice-presidente registou que “o Orçamento para o próximo ano tem um valor de 1 2922 milhões de euros, sendo 503 milhões de investimento direto e 753 milhões de investimento global”, realçando que este “tem exatamente o mesmo montante” do ano de 2017, o que “assegura confiança aos investidores e aos agentes económicos” por refletir a “estabilidade orçamental na Região”.

Sérgio Ávila apontou também o “aumento muito significativo do rendimento das famílias”, quer por via “da redução do IRS, imposto sobre os rendimentos do trabalho, quer por via do descongelamento das progressões da carreira na Administração Pública”, sendo estas duas medidas que vão “permitir reforçar em 28 milhões o rendimento dos açorianos”.

Outro aspeto significativo sublinhado por Sérgio Ávila é “a redução muito clara da dependência de fatores externos à Região”. Isto porque, apesar da redução de 53 milhões de fundos comunitários, o OE mantém-se exatamente o mesmo valor do ano anterior, ou seja, de 2017.

A prioridade do investimento destina-se às famílias e empresas, verificando-se também um incremento de 45 milhões de euros nas receitas próprias da Região.

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