A presença do mar no quotidiano faialense terá sido semelhante às restantes ilhas durante os primeiros séculos. A vida acontecia “virada” para terra, o mar representando o desconhecido e muitas vezes o perigo – da natureza, de inimigos ou de doenças vindas de fora. Estes medos e a relação com o exterior reflectem-se nas devoções que encontramos pelas ilhas, como a S. Pedro Gonçalves – protector dos embarcadiços – ou a N. S. dos Remédios – auxiliadora na redenção dos cativos [voltarei a isto noutro texto].
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