“Antes de começar”, de Almada Negreiros, pelo Teatro de Giz

“Só não entende o coração quem não sabe escutá-lo”. (Boneco) Resolveu, e bem, o Teatro de Giz associar-se às comemorações dos 120 anos do...

Breve recordação do Marianinho

Naquele tempo a vida era um vale de lágrimas em Portugal e a pobreza agradava a Deus Nosso Senhor. Vivia-se...

Helena Krug ou a captação do olhar

A sala de exposições da Biblioteca Pública da Horta é, na minha opinião, o único espaço do Faial que dialoga...

Onésimo em discurso directo

Onésimo Teotónio Almeida é uma inquietação. Uma entrevista dele em livro, Utopias em Dói Menor – Conversas Transatlânticas com Onésimo (Gradiva, 2012), que tem João Maurício...

Eu, contribuinte inocente, refém do endividamento

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De Viagem, de Marta Dutra, ou a efemeridade da existência humana

g Os poetas têm razões que a razão desconhece. Profanadores de todos os saberes, eles sabem que as palavras se corrompem no comércio quotidiano...

Evocando Sérgio Luís Paixão

  “Quando tornar a vir a Primavera Talvez já não me encontre no mundo.”    Fernando Pessoa Na tarde de 21 de Agosto último,...

A Besta, uma história do imprevisto e o imprevisível

Já o disse e repito: a minha portugalidade renasce e amplia-se na minha açorianidade.  Numa época em que, nos Açores, tanto se fala de...

Do ecletismo musical dos Bandarra

Os Bandarra são amadores porque não fazem da música uma profissão. São amadores mas não lhes falta uma consciência profissional. Amam o que fazem...

Eu, consumidor omnívoro de livros

        “O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive.”     ...