IP vai lançar em março concurso de 7,5 milhões de euros para requalificação do IC2

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A Infraestruturas de Portugal vai lançar, em março, o concurso público para a empreitada de requalificação do IC2/EN1 entre o nó da Asseiceira (Rio Maior) e a zona urbana de Freires (Alcobaça), no valor de 7,5 milhões de euros.
Em comunicado divulgado hoje, a Infraestruturas de Portugal (IP) afirma que a intervenção vai abranger um troço com uma extensão total de 20,3 quilómetros, entre o quilómetro 65,2 e o quilómetro 85,5, que atravessa os concelhos de Rio Maior e Alcobaça, nos distritos de Santarém e Leiria, respetivamente.

Com preço base de 7,5 milhões de euros, a empreitada terá um prazo de execução de 450 dias e contempla a reformulação de cinco intersecções, substituindo os atuais cruzamentos por rotundas, que se localizarão aos quilómetros 78,8, 79,6, 81,3, 83,3 e 84,6.

“Para além da construção das rotundas, será realizada uma reabilitação profunda do pavimento, bem como de todas as infraestruturas de drenagem e instalação de equipamentos de sinalização e segurança”, acrescenta.

A IP afirma que a intervenção “irá melhorar fortemente as condições de circulação e segurança dos milhares de automobilistas que diariamente circulam no IC2”.

O Movimento Marcha Lenta do IC2, que em julho do ano passado realizou uma marcha lenta para denunciar o arrastar de uma obra prometida há vários anos, marcou novo protesto para o próximo dia 06 de março, referindo o perigo permanente para quem circula nesta via.

O movimento declarou-se “farto de promessas” e afirmou esperar na marcha lenta agendada para 06 de março maior participação do que na realizada no ano passado.

Em julho último, nas vésperas do protesto, a IP afirmou estar previsto o lançamento do concurso público da empreitada de beneficiação do troço do Itinerário Complementar 2 (IC2) entre Asseiceira (Rio Maior) e Freires (Benedita) ainda durante o ano de 2019.

Na altura, a empresa afirmou que, enquanto não avança a empreitada prevista no seu Plano de Proximidade, estava “a promover a realização de trabalhos pontuais de conservação do pavimento no âmbito do Contrato de Conservação Corrente, de forma a mitigar os problemas de sinistralidade que ali se têm registado”.

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